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FAQ - Dúvidas mais freqüentes
 
 Sobre o Instituto 

1.     Como faço para adquirir os produtos do Instituto Triângulo?
  
 Atualmente o Instituto Triângulo conta com três produtos: o sabão ecológico – produzido a partir da reutilização do óleo de cozinha, as camisetas – feitas com garrafa PET reciclada – e o varal, também produzido com garrafas PET.

O sabão ecológico tem um custo de R$ 2,50 e pode ser adquirido, no momento, na sede do Instituto Triângulo, que fica na rua João Ribeiro, 348 – bairro Campestre – Santo André.

As camisetas podem ser encontradas nos tamanhos P, M G e baby look e saem por R$ 20,00. O varal de PET (produzido com fios entrelaçados de garrafa PET) são vendidos por R$ 2,00.
  
2.     Como faço para participar das ações do Instituto Triângulo?
  
 Existem várias formas de participar e contribuir para as ações do Instituto Triângulo. As pessoas que moram nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Mauá, no Grande ABC, podem doar seus resíduos e receber os agentes socioambientais em suas casas. Já os que não residem na área de atuação do Instituto Triângulo, a opção é participar de nossas ações, como as Eco Atividades, por exemplo Empresas, escolas e condomínios, inseridos fora da área de atuação do Instituto, porém localizadas nas outras cidades do ABC e Capital, podem entrar em contato com e obter maiores informações sobre essas atividades.

Outra forma de participar , é por meio da formação de grupos. Igrejas, associações de bairro, clubes, podem se organizar e também ser uma “formiga multiplicadora” das ações do Instituto. Para isso, basta reunir amigos, vizinhos e conhecidos e criar um ponto de coleta de óleo, pilhas, baterias e roupas para, em seguida, doá-los ao Instituto Triângulo. Além disso, as formigas multiplicadoras também são sempre abastecidas por informações do Instituto, como a revista Planeta Cidade, por exemplo, para contribuir na disseminação do discurso socioambiental.
  
3.     Como participar das ações no Casa a Casa?
  
 Estamos elaborando uma forma para que pessoas como você, que admiram o nosso trabalho, mas não residem na nossa área de atuação possam participar de nossas campanhas.
  
4.     Para quem mora fora da área de abrangência
  
 Como você mora em uma região distante da área de atuação do Instituto Triângulo, sugerimos que aguarde pois, em breve, teremos uma opção de participação nas ações propostas pelo Instituto.
  
5.     Replicar a ação
  
 Esperamos implantar uma sede ou um ponto de coleta em cada grande cidade do país, mas para isso precisamos cuidar da nossa casa primeiro e quando estiver tudo funcionando, próximo de janeiro, pode ter certeza que lhe procuraremos.
  
6.     Como posso implementar essa idéia na minha cidade?
 
É de nosso desejo que a Ação Triângulo pudesse abranger mais do que a região do ABC, e assim que atingirmos a nossa autosustentabilidade , pretendemos replicar esse projeto nas demais cidades do país, e para isso gostaria de pedir a sua colaboração sendo uma formiguinha assim como nos e multiplicando essa idéia em sua família, seu bairro e sua cidade.
 
 Sobre o óleo de cozinha e o sabão 
 
7.       Problema do óleo
  
 O óleo de cozinha que é um resíduo que provoca grande impacto ambiental e não existe uma alternativa para o descarte desse material. Além de ser o responsável pelo entupimento de encanamentos e outros problemas de higiene e mau cheiro. O óleo, por ser mais leve que a água, cria uma barreira na superfície da água que dificulta a entrada de luz e a oxigenação, comprometendo assim, a base da cadeia alimentar aquática. Descartar o óleo na natureza, tem uma relação direta no aumento de enchentes em áreas urbanas, pois causa a impermeabilização do solo.
  
8.       Qual o consumo de óleo por pessoa?
  
 Existe um levantamento que indica que quanto maior a classe social, maior é o consumo e, conseqüentemente, maior a quantidade de resíduos que aquela família gera. Em nossa região, arrecadasse 2 litros de óleo por mês, em uma família de quatro pessoas.
  
9.       Como doar
  
 Pedimos que o óleo doado seja guardado em uma garrafa “PET” ou similar. Qualquer tipo de óleo, tanto de origem animal como vegetal, pode ser guardado
  
10.     O que é feito com o óleo
  
 Todo o óleo arrecadado é reciclado em uma usina própria do Instituto Triângulo. Esta usina proporciona a jovens de comunidades carentes a primeira oportunidade de emprego, além de noções de cidadania e educação ambiental. Nesta usina de reciclagem de óleo é produzido o sabão ecoeficiente.
  
11.     O papel do sabão ecológico em nossas ações
  
 O trabalho de reciclagem do óleo de cozinha é apenas uma das ações que temos para inserir no cotidiano das pessoas a importância da preservação ambiental, consumo consciente e inclusão social, bases para um desenvolvimento sustentável.

O óleo vegetal se descartado de forma errada é tão nocivo ao meio-ambiente quanto um incêndio. Muitas pessoas não sabem, mas o óleo de cozinha usado é um resíduo riquíssimo que pode ser utilizado para produzir pasta de dente, produtos de beleza, ração animal, sabão e até o mesmo o biodiesel.
  
12.     Fórmula do sabão?
  
 Quanto a formula do sabão, é como cozinhar. Mesmo tendo a receita é preciso ter a mão do cozinheiro, por isso, sugiro que procurem um químico que aprove a qualidade do produto e que lhe auxilie no processo de produção e controle de qualidade da formula e pessoas capacitadas e treinadas para trabalharem na produção do sabão.

E como sempre, deve se re respeitar alguns cuidados ao manusear a soca caustica, como sempre utilizar luvas de borracha, óculos de segurança e mascaras contra vapores e gases.
  
13.     Nossa Fórmula
  
 Quanto a formula utilizada para a fabricação do sabão está disponível no site. A única diferença para o sabão que vendemos é que o nosso produto recebe corante e aroma durante a mistura, mas assim como uma receita de bolo, a mão de quem faz que o deixa saboroso. Por isso a prática é o melhor professor.
  
14.     Como é manipulada a soda caustica na fábrica, quem fica responsável por isto, ou num eventual acidente, e como evitar um possível acidente ?
  
 Tanto a liquida quanto a de escama (sólida) é necessário respeitar alguns cuidados, sempre utilizar luvas de borracha, óculos de segurança e mascaras contra vapores e gases. Quanto ao responsável, não sei se posso dizer que existe uma pessoa em especifico que tenha esse cargo. Temos um químico que auxilia quanto ao processo de produção e controle de qualidade da formula e pessoas capacitadas e treinadas para trabalharem na produção do sabão. Neste treinamento  é ensinado todos os procedimentos para eventuais acidentes, em que cada situação exige uma procedimento a ser tomado.

Por exemplo, no caso de contato com a pele, é ensinado a remover a roupa e lavar por aproximadamente 20 minutos com água corrente. E assim por diante.
  
15.     Quantos quilos de óleo são necessários coletar para viabilizar a fábrica?
  
 Para fazer o sabão sugerimos na receita disponível no site uma quantidade de 10 litros, mas pode ser feita com mais ou menos. Para essa quantidade é possível fazer aproximadamente 80 barras de sabão
  
16.     Quais as recomendações para o uso de óleo para fritura?
  
 De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) existem algumas recomendações de boas práticas para a preparação de alimentos que utilizem óleos para fritura, tanto no uso doméstico quanto em restaurantes ou outros locais. O ideal é não haver a reutilização do óleo de fritura, mas se houver real necessidade, seguem as recomendações abaixo, reproduzidas em parte do documento:

1. Temperatura máxima para fritura: 180ºC (a temperatura deve ser controlada através de termostato já presente nas fritadeiras de ordem industrial). No caso das fritadeiras de uso doméstico (frigideiras, panelas e tachos), que não possuem termostato para controle, não se deve permitir a elevação da temperatura a ponto de produzir fumaça. Temperaturas excessivamente altas degradam o óleo rapidamente.

2. Dê preferência em fritar por longos períodos, ao invés de utilizar a fritadeira/frigideira/tacho por vários períodos curtos.

3. Caso a fritadeira/frigideira/tacho não esteja sendo utilizada, mas existe a necessidade de mantê-la ligada para um uso iminente, ela deve estar parcialmente tampada, assim se evita o contato do óleo quente com o oxigênio, pois o óleo muito quente absorve oxigênio em maior quantidade, promovendo sua oxidação.

4. Evite completar o óleo em uso presente na fritadeira/frigideira/tacho com óleo novo. É preferível descartar a sobra de um óleo já utilizado, pois ao completá-lo, a degradação do óleo adicionado será muito mais rápida.

5. Em intervalos de uso, o óleo deve ser armazenado em recipientes tampados e protegidos da luz, para evitar o contato com os principais catalisadores de oxidação: oxigênio e luz. Se o intervalo entre usos for longo, além de tampado, o óleo deve ser armazenado em geladeira, para se aumentar a vida de prateleira.

6. O óleo deve ser filtrado a cada término de uso. Durante a fritura dos alimentos, especialmente dos empanados, que tendem a liberar partículas de sua superfície, retire os resíduos visíveis no óleo com o auxílio de utensílio apropriado.

7. O óleo deve ser descartado quando se observar formação de espuma e fumaça durante a fritura, escurecimento intenso da coloração do óleo e do alimento e percepção de odor e sabor não-característicos. Cabe lembrar que o aspecto da fumaça é diferente do vapor naturalmente liberado.

8. As fritadeiras/frigideiras/tachos devem possuir os cantos arredondados, ou seja, não apresentar cantos mortos que propiciem o acúmulo de resíduos, pois o óleo polimerizado e depositado nas paredes tende a catalisar certas reações de degradação.

9. As fritadeiras/frigideiras/tachos devem ser de material resistente e quimicamente inertes, ou seja, que não contaminem os alimentos ou facilitem a oxidação do óleo. Elas devem ser descartadas quando consideradas danificadas (riscadas, amassadas, descascadas).

10. O óleo não deve ser descartado na rede pública de esgoto, as donas de casa podem acondicioná-lo em sacos plásticos ou recipientes e juntá-lo ao lixo orgânico. Já para os comerciantes e cozinheiros de lanchonete, por descartarem uma quantidade significativa, sugere-se entrar em contato com empresas, órgãos ou entidades licenciados pelo órgão competente da área ambiental.

Sua dúvida não foi esclarecida? Encaminhe um e-mail para a nossa equipe!

 
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